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sábado, 29 de setembro de 2007

Pequeno esclarecimento

Venho aqui pedir desculpas ao caro leitor por não actualizar o blogue com frequência e pelo comportamento do RS. Quanto ao primeiro pedido de desculpas, nem sempre é possível vir aqui, porque nem sempre tenho tempo, ou então por não ter nada de relevante para dizer. Quanto ao segundo, apesar de ser o administrador deste espaço, nunca irei interferir nos textos de cada participante, ficando ao seu critério o conteúdo dos mesmos, mas apelo, como é óbvio, ao bom senso de cada um.
Este espaço está vivo e, espero, recomenda-se. Obrigado pelas vossas visitas e comentários.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

"Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye"

Chega ao fim aquele que, não sendo o pior blogue da blogosfera, visto as pessoas insistirem em visitá-lo e comentarem, tenha sido, espero sinceramente, o mais breve (ai de alguém que crie um para, de imediato, pôr termo ao mesmo!), com apenas, ora deixa cá ver, um, dois, três, não, um, dois, bem, alguns dias de existência. As visitas crescem exponencialmente, ao ponto de a minha vida ter mudado. "De que forma?" - pergunta o chato do leitor. Ui, nem imaginam... Toda a gente me fala actualmente - desde a porteira até ao homem do lixo, passando pela minha namorada (é mentira, não tenho namorada. Ui, o que vai chover... só propostas) -, querendo tocar-me (as mãos do homem do lixo são bem quentinhas - mal cheirosas, é verdade, mas quentinhas... e fofinhas), dizendo "Ele é feio e parvo, mas tem um blogue de primeira categoria!" E isto, quem me conhece, sabe que não admito! Não suporto que elogiem o meu blogue! Farto, estou farto!
Todavia, e para lixar os visitantes e comentadores, aqui vai a seguinte (e derradeira, repito!) questão: Os dedos falam? Não? Então por que é que se diz "dois dedos de conversa"?

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Indignado

Bolas, enganei-me no título! Eu não estou indignado, estou é revoltado! Um gajo cria um blogue para ser considerado o pior da blogosfera e eis que, pouco tempo depois de o ter criado, já tem um comentário. Mau, tenho que me chatear?! Quem foi o energúmeno que fez tal acto?


P.S. Este post e o anterior foram escritos ao som de “One of Us”, de Joan Osbourne (é só para verem a minha cultura musical, sendo que, a bem da verdade, não consigo ouvir nada neste momento, porque o meu aparelho – o auditivo, claro – deixou de funcionar).

P.S.1 Para quem não sabe, e para verem o inteligente que sou ao saber pesquisar na Internet, a página Ciberdúvidas, a propósito de “energúmeno”, com base no Dicionário Houaiss, escreve: “o vocábulo começou por significar «possuído pelo demónio», «possesso», acepções que provêm da sua origem grega, 'energoúmenos'”. E não é que vem mesmo a calhar?

P.S.2 Uma coisa eu sei: não foi a minha mãe, e não quero insistir na “piada” da mãe, mas sei que não foi ela porque, apesar de ter Internet em casa, não tem computador. Não vale o utilizador responder, tal como se identifica, “eu mesmo”. Herege! Sois um herege! Ou terás sido Tu, ó Barbas Brancas?

P.S.3 Sim, eu sei que posso mudar o título.

P.S.4 Ah, como eu gosto de adendar!

P.S.5 “Adendar” existe? “Fazer uma adenda” sei que existe, mas “adendar”... (mais uma pergunta para a lista, visto não ter encontrado no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa... sim, só para dizer que tenho o dito cujo)

sábado, 22 de setembro de 2007

Pôr ou não pôr, eis a questão!

Não é só o choninhas do VH que tem dúvidas, também eu, confesso, tenho umas quantas. Aproveito e pergunto ao auditório (leia-se mãe, a avaliar pelo número escasso de visitas) uma que sempre me acompanhou: se Deus existe e está em nossas casas, não deveríamos nós pôr mais um prato para ele?

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Vozes

"Como se dá voz aos nossos pensamentos?" Esta é capaz de ser a pergunta que mais tenho feito nestes últimos anos. Seja ela física ou não, é algo que, recentemente, para fugir à loucura, tenho procurado de uma forma sistemática.
Não sendo a solução para alguns males, este espaço na blogosfera poderá ser, de certo modo, uma das soluções. Vemo-nos por aqui.