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quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Continuo sem títulos de jeito!

Éééééééééééé! (sinal de alegria) Pronto, já chega! Éééééééééééé! Já disse que já chega! Pronto, já parei. Vejo que a minha fortuna está a mudar. "Porquê?" Porque eu era um merdas sem sorte, agora continuo um merdas mas com alguma sorte. "Como assim?" No espaço de uma semana ganhei não só um passatempo, mas dois passatempos. É ou não genial? Tudo bem que no primeiro, patrocinado pelo Nuno Markl, havia duzentas e trinta vagas, creio, para se ir ver Operação Hot Fuzz - Esquadrão de Província (obrigado uma vez mais, Markl, e aproveitem para irem ver este hilariante filme); o segundo era de um artista que o pató do VH (já não o insultava há algum tempo, ando a desleixar-me) tanto admira: David Fonseca. O passatempo consistia em responder a três perguntas e os cinquenta primeiros ganhariam um convite duplo para assistirem ao concerto no Convento do Beato, no dia 31 de Outubro (hoje, portantos). O senão é que terei de levar o VH, caso contrário ele é que me vai chatear nos próximos tempos e isso não pode ser. A minha vida é ou não deprimente?
"Mas o que é que temos a ver com isso?" Nada! Agora có´ licença, que vou ali testar a minha sorte. "O quê? Jogar no Totoloto e Euromilhões?" Que tolice! Vou mas é ali ao Restelo, pode ser que me dêem uma borla.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Não me ocorre nenhum título de jeito, porra!

A propósito do meu post anterior, em que também já sou conhecido como "o Eduardo Cintra Torres dos Olivais" (yo! Quando falo dos Olivais e das zonas circundantes, nunca se esqueçam de dizer "yo". Fica aqui o apelo.), muita gente tem vindo ter comigo para saber o que penso sobre rádios, em particular a Antena 3. Sobre esta, apraz-me dizer o seguinte: a primeira vez é sempre a 3!


(Se da outra vez estava nostálgico e a chorar, agora estou esperançoso, com os olhos postos no futuro, com um sorriso idiota, idêntico ao do cartaz do filme Virgem aos 40 Anos)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

"São lágrimas, são lágrimas!"

Não, não vou cantar Zé Cabra! O leitor (e ouvinte) pode estar sossegado, não vou, apesar de ser considerado o Rouxinol dos Olivais. Vi na semana passada, a propósito dos quinze anos da SIC, imagens de programas célebres como All You Need Is Love, Perdoa-me, Surprise Show, entre outros. Enfim, os clássicos, caramba! (notam o meu entusiasmo?)
Sou saudosista, sim, mas digam o que disserem - e sim, também sou de lágrima fácil, como puderam ver pelo meu post sobre o Celta de Vigo - Benfica. Só de pensar, lá estou eu a chorar outra vez - o melhor era o Ponto de Encontro. Ah, o que eu chorei à noite. E não era por causa do Papão! (Quanto a este, o meu chulé tratava disso. Meninas, este meu problema está bem melhor! Que raio de comentário foi este?! E por que é que exponho a minha vida?!) E a música? Bem, linda, muito linda! E o efeito especial quando aparecia a pessoa que se procurava? Muito à frente!
A pergunta que se impõe é: para quando um programa deste calibre na televisão portuguesa? Fica aqui o pedido em forma de pergunta, ou vice-versa. E, morto ou vivo, com Henrique Mendes. (tchéé, a brincar com pessoas de cabelo grisalho e quatro-olhos, isso não se faz!)

(estado de espírito: nostálgico... muito nostálgico)

domingo, 21 de outubro de 2007

Actualidade - notas breves

Eis o que, a meu ver, foi o mais importante desta semana:

1) o julgamento de um gangue de carros, que tinha um líder conhecido por Pecas. Por amor de Deus, com uma alcunha destas, não admira que não tenham ido longe! Ladrões deste país, se querem vingar no mundo do crime, arranjem um nome ou alcunha decentes.

2) o facto de a Assembleia ficar mais engraçada com a eleição de Pedro Santana Lopes para líder parlamentar do PSD, com 53 votos a favor, 11 contra e 11 abstenções. Dificilmente ver-me-ão a fazer uma "piada" política, mas acredito que, nos próximos tempos, haverá material político para muita gente. Ele e Marques Guedes, que é o deputado que melhor diz "Muito bem!", farão uma dupla imbatível.
Sei, de fonte segura, que muita gente está a aderir a um serviço de cabo só para ver o canal Parlamento.

3) a obesidade é a segunda causa de morte em Portugal. Aqui vai o seguinte apelo: testemunhas do Jeová e mister Scolari, toca a enfardar! (o último que fique mais gordo do que está... muito mais)

4) Portugal saiu-se bem nos Special Olympics, conquistando dezassete medalhas (dez de ouro). Pudera, com José Mourinho como treinador não é de admirar!

5) continuação dos festejos do décimo quinto aniversário da SIC. Obrigado à SIC por fazer com que eu tenha, cada vez mais, vontade de me suicidar.

6) foi preso um professor canadiano alegadamente por práticas pedófilas. Christopher Paul Neil (Vico para a malta) diz que está na boa, desde que possa assistir às "telenovelas" Chiquititas e Floribela.

7) após a vitória sobre o Porto, o clube Fátima ganhou ao Sporting por 2-1. Eis a prova de que o poder divino é superior ao dos homens (arbitragem).

8) por último - e por ser o mais importante -, comprei uma mala tiracolo, a qual tem um bolso para telemóvel. Será uma mala de gaja?

Não tenciono ser a agência Lusa, mas achei que deveria fazer um balanço da semana, especialmente por causa do último ponto. Sobre este, o primeiro e o quinto pontos voltarei a falar noutra altura. E mais não digo, porque não sei se estou sob escuta.
Boa semana!


Nota: Texto escrito antes de alguns gatos pingados, portanto, nada de acusar de plágio, caso haja coincidências.

sábado, 20 de outubro de 2007

Um olhar sobre o amor

Há tempos, ia ter com uma amiga e, pelo caminho, encontrei um casal idoso sentado num banco de jardim a olhar para o infinito. Aquele momento enterneceu o meu coração porque será, de facto, bom estarmos com a pessoa que amamos quando se chega àquela idade, mas uma parte de mim dizia que espero ser mais activo, não tendo que fazer aquilo que, curiosamente, mais gosto de fazer actualmente, ou seja, nada. Quando me encontrei com ela, falámos de muitas coisas e aconteceu relatar-lhe este episódio. Ela, como todas as raparigas, tem uma visão romântica das coisas e disse-me: "Amar não é olhar um para o outro, mas sim na mesma direcção." Fiquei, durante uns dois ou três dias, a pensar nisto, intrigado com uma dúvida que me surgiu no momento e decidi, por bem, partilhá-la com o leitor: "E se um deles for estrábico?"

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Ida às comprinhas

Acabo de vir das compras. E qual o melhor dia para tal? Num dia de manifestação, lá está! Ah, como é bom ir às compras com o meu companheiro de casa - num tom másculo, faço sempre a seguinte ressalva: "Éééééé! Quartos separados!", gesticulando o sinal de distância, como quem diz "nada de confusões" - e é mesmo bom, além de virmos carregados com oito sacos e um pacote de rolos higiénico (há que dizê-lo, para quê ocultar as merdas?!) e três dos sacos se rebentarem, duas das ruas aqui nos Olivais - logo as que usamos - estarem apinhadas de gente, o que fazia com que de x em x tempo parássemos. Tão atenciosos! Eles sabiam que hoje iríamos às compras e eis que, de muitos sítios onde poderiam escolher rumo ao Parque das Nações, onde está a decorrer uma reunião sobre o novo tratado da Europa sobre os princípios da flexisegurança, tinha que calhar Olivais - por que não Chelas ou Cabo Ruivo? E como iríamos carregados, pensaram "Tadinhos! Irão carregadinhos e assim sempre param de vez em quando para descansar."

A certa altura, dado o rebentamento de alguns sacos, ficou combinado o meu amigo levar o mais importante para casa (a Ana Mais Atrevida. Ah, "e os congelados", diz-me ele, pois é!) enquanto aguardava o seu regresso com novos sacos. Durante esse tempo, ouvi gritos de guerra como "Assim não pode ser!" e eu não poderia concordar mais. Bandidos! Logo no dia da ida às compras! Uns minutos depois, chega um alentejano (peço ao leitor para que, na próxima fala, imite um alentejano) que diz "Ah, água fresquinha! A quanto é cada garrafa de água?", ao que eu, lisboeta (agora dirijo-me ao leitor alentejano para que imite um alfacinha), respondi "Não estão à venda. Vim das compras." e perguntou-me onde havia um café, tendo eu respondido que o mais perto seria só no Parque das Nações (menti, toma, foi mesmo só para o lixar. Bê fêta!)

Só espero, portanto, que tão cedo não haja uma manifestação. Se houver, cá vos espero, com água. Só não sei ainda se com balões de água, se com uma barraquinha cheia de garrafas, à espera do enriquecimento fácil. É que a vida não está fácil e há contas para pagar, espero que percebam isso!

sábado, 13 de outubro de 2007

Isto não é uma pensão!

Deus existe e a minha cozinha é a prova disso. De que modo? Se bem se lembram, na minha primeira participação aqui, perguntei se deveria pôr mais um prato para Deus. Muita gente deu-me o "sábio" conselho de o fazer. E assim foi, até agora. O magano, perdão, Magano come, aprova os meus cozinhados, tudo muito bem - e, com isto, eis-me a piscar o olho às meninas, querendo fazer-me passar como um bom partido -, mas não lava a loiça. Por isso, faço-Lhe aqui um ultimato: ou lavas a loiça, ou não dás ao serrote. Tenho dito!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Sonhos ao vivo e a cores

Comprei, recentemente, algo que será a minha companhia durante muito tempo. Falo de Dreams in Colour, o novo álbum de David Fonseca. Quem me conhece, sabe a admiração que tenho pelo músico, em que as suas músicas, por mais que as pessoas duvidem do seu valor, têm, a meu ver, a particularidade de podermos ouvi-las vezes sem conta e não nos fartarmos. Isto deve-se a detalhes deliciosos que encontramos ao longo do seu trabalho, fazendo, também, com que descubramos novos sons, novos sentimentos.

Ainda não ouvi muito este último trabalho, mas noto um álbum mais pop e mais trabalhado em termos sonoros, emanando energia, havendo ali uma ou outra influência de Arcade Fire e Ryan Adams – diga-se, a bem da verdade, que são músicos que David Fonseca admira.
É sempre difícil apontar uma faixa preferida, porque é um longo percurso até lá – até pode ser que nunca a encontremos –, mas, após ter ouvido o álbum pela primeira vez, duas músicas despertaram-me a atenção, por razões diferentes. Uma das faixas é “4th chance”, uma música mexida, “orelhuda”, como se costuma dizer no meio musical; a outra, “I see the world through you”, é muito mais calma, uma música que, a avaliar pela letra e pela fotografia que lhe antecede no booklet, é dedicada ao seu filho.

Resta-me, portanto, deliciar-me com este novo trabalho, ouvi-lo vezes sem conta, aprender as letras e ouvi-lo ao vivo, o que será sempre uma agradável surpresa, dada a infinita capacidade de o músico leiriense conseguir surpreender o espectador.
Para mim, haverá uma pequena “frustração” nos concertos, que já senti na pele aquando do lançamento do single “Superstars”, e vou partilhá-la com o leitor: Raios! Por que é que não sei assobiar?!?!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Direito ao contraditório

Não costumo responder a provocações, mas não posso deixar passar ao lado o que foi escrito no dia 2 de Outubro, respondendo com a seguinte pergunta: por que é que as pessoas confundem timidez e boa educação com homossexualidade?

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Dor de quê?!?!

As mulheres dizem que a pior dor é a de parto. Pfff, que grandes meninas!! Balelas, pá!! Experimentem (re)ver o jogo Celta de Vigo - Benfica e depois falamos!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Pequeno esclarecimento, o tanas!

Cucu! Decidi começar desta maneira amaricada, à imagem do post anterior ali do fancho..., perdão, VH (para ser sincero, embora recente nestas lides blogosféricas - ena, terei acabado de inventar outra palavra?! -, sempre quis começar desta forma, mas nunca houve a oportunidade), para dizer que voltei após muitas ameaças de vida. "Hã?" - pergunta o burro do leitor (já sentiam saudades desta demonstração de afecto, não era, seus palermas? Confessem lá!).

É impressionante como consigo insultar, em poucas linhas, o trol do leitor. Sou ou não sou formidável? Onde é que eu ia? Se eu quisesse que este espaço fosse visitado, escreveria palavras ou frases como "Pornografia grátis é aqui, e em directo!", "José Mourinho" ou, e esta seria um sucesso garantido, "Sabe como se faz um bom arroz de cabidela? Eu tenho a resposta!", mas nunca o faria porque acho deprimente, é uma atitude que demonstra algum desespero. Mas olhem que o meu arrozinho é daqui! (estou com o polegar e o indicador a segurar na orelha direita, se não ela cai)

Mas onde é que ia mesmo?! "Nas ameaças de vida." - responde o cibernauta. "O que é que ele nos chamou desta vez?" - indaga o leitor. "Isso!" - respondo, uma vez mais, e chega de perguntas parvas. "Tais como?" - perguntam. "Não caio nesse jogo." - respondo. (Bolas, caí! Ah... malditos sejam!) Vou falar a sério, mas o leitor certamente pensará que estou a brincar. Não sei porquê, mas sempre tive a sensação que morreria aos vinte e cinco (mães de Portugal, não se preocupem, não sou suicida; se for, prometo ser competente e empenhar-me ao máximo, fazendo-o apenas uma vez) e algumas pessoas aproveitaram-se disso, dizendo: "Se páras de escrever ou lá o que fazes naquele blogue, deixamos-te viver por uns largos anos." E eu, quando confrontado com isso, pensei: "Pá, estes gajos do lar onde a minha avó está, bem, são mesmo lixados. Conseguem aproveitar-se dos nossos pontos fracos." (Segundo sei, a semana passada, só para não darem trabalho às senhoras do lar, quando precisaram, foram sempre à casa de banho. Era o caos no lar! "Sacanas dos velhos!" - diziam elas.)

E é isto! Pouco ou mais nada há a dizer, a não ser isto, ou isto, ou isto, ou isto, ou, ai, isto! Comecei com cucu e agora, algum tempo depois, acabo com cocó, nas fraldas. Avó, podes mandar vir alguma funcionária mudar isto, se faz favor? Obrigado.