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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

O prometido é devido!

O prometido é devido e se há coisa que não faço, ela é mentir ao leitor. Pronto, excepto agora. Falei aqui há tempos, no dia 21 de Outubro, que tinha comprado algo que estava para comprar há muito tempo. "Um dildo?" - pergunta o leitor. "Não!" - respondo. "Dois dildos?" - insiste o leitor na piada fácil. "Não!" - com algum desprezo, respondo. Comprei uma mala com uma aba para levar poucas coisas, não tendo que recorrer à mochila. "Ah, fascinante!" - ironiza o leitor. Não sei se foi uma boa ou má compra, ainda estou na dúvida. Além de preguiçoso (demorei, sem exagero, uns três anos para comprar tal coisa), quem me conhece sabe que sou indeciso. Muito mesmo! Enquanto via as três malas em "exposição", não sabendo qual havia de comprar, a ajudar à indecisão, o homem dizia "Despache-se, que não tarda vem aí a polícia!" e eu, querendo aproveitar a oportunidade (eram apenas cinco aéreos), optei pela menor. Após a compra, como sou neurótico, reparei num pormenor e comecei a questionar, o qual me faz vir pedir ajuda ao leitor. Existe um bolso para telemóvel, o que quero saber é: isso é coisa de gaja ou não?
Aguardo as vossas respostas. Obrigado e Bom 2010 (assim é que está correcto, obrigado a quem me chamou à atenção de me ter enganado no ano)!

Qual o voto mais desejado para o próximo ano?

Vou fazer uma coisa inédita: a primeira e a última votação deste ano. É ou não é fantástico? Não é, está bem. Está em decurso a votação com a seguinte pergunta: Que votos para o próximo ano? Eis as opções:
Que o Benfica mude de equipamento rosa claro para rosa choque;
Paz mundial (Meu Deus, pareço uma candidata a Miss Universo!);
Passar a ter menos sexo com animais e mais com o género oposto (lá terá de ser!);
Que o preço do atum em lata baixe.
Senhoras e senhores, façam o favor de votar.

Balanço do ano

É dia 31 de Dezembro, o último do ano! Temos o hábito de, neste dia, fazer um balanço do ano que passou: a concretização dos nossos objectivos, o melhor e o pior filme/álbum, etc., ou mesmo os grandes falhanços como, por exemplo, quem gostaríamos de ter papa... beijado ou aquele vestido roxo que gostaríamos de ter comprado (era mesmo giro!) mas não havia o nosso número. Tenho, deste ano, duas coisas a destacar. A melhor vai para uma preciosidade da sétima arte: Meatless in Seattle, quatro horas de puro prazer, inspirado no filme Sleepless in Seattle (Sintonia de Amor); a pior é o facto de o realizador, discípulo de Spielberg, ter dito que não haverá uma sequela. Receio que o próximo ano e os seguintes serão tempos difíceis para a indústria cinematográfica.

Tá-se bem? Tá-se!

Enquanto almoçava, vi o programa Portugal no Coração e uma das entrevistadas era a Paula Bobone. Esclareçam-me a seguinte dúvida: ela toma substâncias alucinogénas, certo?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

O meu voto

Ah, o Natal... o Natal!!! A época preferida dos diabéticos e de Cavaco Silva! Desejo a todos um Santo (Santo?) Natal e um Próspero 2009! Ah, e uma valente gastroenterite para os próximos dias!

Natal em família

Vi, no sábado, uma mensagem natalícia do casal McCann, que só quer a sua menina de volta. Como este espaço é solidário (e internacional), desejo-lhes um Maddie Christmas!

A minha prenda de Natal

Venho aqui falar de um mal que nos persegue. Refiro-me a Mika. Dez meses após o seu primeiro - e último, espero - álbum, Life in Cartoon Motion, ainda se fala do cantor libanês. É Mika aqui, é Mika ali. Oh Mika, tem lá calma! Acho que ele não me vai ouvir, portanto, deixo aqui um apelo: alguém que despache o "senhor", ou então que corte as suas cordas vocais. É o melhor presente de Natal que poderia receber. Obrigado.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

A tradição ainda é o que era!

Ah, o Natal dos Hospitais... o Natal dos Hospitais!!!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Mais uma indignação! E das valentes!

Na ordem do dia está a assinatura do Tratado de Lisboa. Por aqui trata-se de coisas mais importantes: televisão. Foi feito um concurso para eleger os cinquenta melhores programas de sempre. Eis o resultado:

O Tal Canal 9,13%
Gato Fedorento 8,45%
Herman Enciclopédia 7,49%
Rua Sésamo 5,82%
Duarte e Companhia 5,35%
Contra-Informação 4,79%
Noite da Má Língua 4,39%
A Liga dos Últimos 3,63%
Grande Reportagem 3,36%
10º Portugal, Um Retrato Social 3,29%
11º Zip Zip 2,79%
12º A Guerra 2,30%
13º A Alma e a Gente, de José Hermano Saraiva 2,17%
14º TV Rural 2,14%
15º Domingo Desportivo 2,13%
16º Cinema de Animação 2,10%
17º Agora, Escolha 2,07%
18º Os Amigos do Gaspar 1,93%
19º Palavras Ditas, de Mário Viegas 1,75%
20º A Visita da Cornélia 1,74%
21º Morangos com Açúcar 1,74%
22º O Passeio dos Alegres 1,60%
23º Atlântico 1,32%
24º Vila Faia 1,27%
25º João Villaret 1,24%
26º Praça Pública 1,20%
27º Tal & Qual 1,27%
28º Zé Gato 1,15%
29º Sabadabadu 1,12%
30º Se Bem Me Lembro 1,05%
31º Museu do Cinema, de António Lopes Ribeiro 0,91%
32º Fungagá da Bicharada 0,87%
33º Todo o Tempo do Mundo 0,84%
34º Os Donos da Bola 0,73%
35º Portugalmente 0,66%
36º Jornalinho 0,62%
37º Cartaz TV, de Jorge Alves 0,61%
38º Conversas Vadias, de Agostinho da Silva 0,61%
39º Vinte Anos, Vinte Nomes 0,60%
40º Histórias da Música 0,59%
41º Vamos Jogar no Totobola 0,49%
42º A Raia dos Medos 0,40%
43º A Viúva do Enforcado 0,40%
44º Melodias de Sempre 0,39%
45º Culinária, de Maria de Lurdes Modesto 0,33%
46º Nicolau no País das Maravilhas 0,28%
47º Olhos nos Olhos 0,27%
48º O Mundo de Cá 0,25%
49º Chuva na Areia 0,22%
50º Riso e Ritmo 0,14%

Na vida não podemos gozar com duas coisas: O Tal Canal e humor. Falando a sério: não contesto o vencedor. Penso que O Tal Canal é um justo vencedor pelo que fez, directa ou indirectamente, às pessoas. Influenciou - e espero que continue a influenciar - várias gerações. Woody Allen diz "a vida não imita a arte, imita a má televisão." Não sei se é verdade ou mentira (apeteceu-me, assim à parva, citar alguém), o que sei - e isso contesto veemente, visto estar assaz indignado - é que não se percebe como é que A Amiga Olga não se encontra nesta lista. E mais: a estar, deveria ser nos lugares cimeiros! Digo aqui, sem qualquer medo, o seguinte: esta votação foi manipulada!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

#7

Ah, raios! Sou mesmo burro! Ainda bem que não fui para contabilista. Este não é o sétimo, é o oitavo post do dia, isso sim! Continuo a ser o máiór!

#5

Continuo a fazer história. Este é o meu quinto post.

Feito histórico

Eh lá! Então não é que escrevi, hoje, três posts?! Perdão, com este, quatro! Também eu faço história. Sou o máiór!

Mais uma efeméride

Morreu, há cerca de seis meses, um camionista a caminho da portagem de Alverca. Motivo? Eis as suas últimas palavras, em exclusivo: “O quê?! Pagar portagem?! Nem morto!” Eh pá, há gente mesmo sovina!

Momentos históricos

Os historiadores não se limitam a estudar a História, chegam mesmo a fazê-la. Vou dar três exemplos:

1) é sobejamente conhecida a incapacidade ortográfica de Pacheco Pereira na língua portuguesa, através do seu blogue, Abrupto (sobre este assunto de estado, conferir esse belo livro que dá pelo nome de Gato Fedorento - O Blog), mas a forma como diz “upgrade”, como se viu, ontem, no programa Prós e Contras, consegue ser mais hilariante (ou deprimente).

2) Miguel Portas, também ele historiador (se não é, passa a ser porque me convém), no mesmo programa, competiu ao vivo com as calinadas que o historiador supracitado escreve. Diz-se “treze”, não “treuze”. Que vergonha! O irmão do Paulinho das Feiras disse umas belas vezes “treuze”. Isso não se diz, pá! Ouvistes?

3) Fernando Rosas, deputado do BE, foi apresentar, no dia anterior, domingo, ao jornal da RTP2, o seu novo livro, Lisboa Revolucionária – Roteiro dos confrontos armados no século XX. Ele lá esteve a falar de revoluções e pardais ao ninho, mas o que me chamou a atenção foi ter assistido a algo inédito. “O quê?! O quê?!” Vi, pela primeira vez (“Daí ser inédito, ó estúpido!”), Fernando Rosas sem suspensórios. Todo eu estou parvo! É nestas alturas que acredito que o mundo poderá ser bem melhor, ou seja, sem escuteiros, com aquele vestuário - e cançõezinhas – irritantes. Sobre estes, talvez volte a falar. Ou então não! Para quê o trabalho?!

Cimeira Euro-África

Toda a gente fala sobre o sucesso da cimeira que decorreu em Lisboa, que visa uma melhor relação entre os dois continentes. Para mim, foi um fiasco! Digo mais: foi uma total desilusão! Faltaram, quanto a mim, aspectos importantes que deveriam ser debatidos, ao contrário dos direitos humanos e relações económicas. A saber: primeiro, o porquê de os governantes, à excepção de Alpha Korená, não terem vindo vestidos de cor de laranja, ou então com jóias à Mr. T. e ténis Reebok (nisto o presidente da presidente da Comissão da União Africana falhou); segundo – e mais importante –, onde estavam as gajas? “Hein?!” Sim, as gajas! As gajas desnudadas que costumam aparecer nos vídeos de R´n´B ou Hip-hop.
Eis alguns aspectos que, a haver outra cimeira por estas bandas, terão de estar claros! (Reparam no trocadilho? Não? Excelente! Ok, não é assim tão excelente. É fraquinho e parvo, têm razão.)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Pedido de desculpas

Quero pedir desculpa ao leitor por não ter actualizado este espaço tanto quanto o caro desejaria, mas estive acamado... com uma ninfomaníaca transmontana.
Cumprimentos,

RS

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Ou sim, ou...

Por que é que a sopa de letras não vem com linhas?

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Rumo à Áustria e Suiça

Aaaaaaargh! Raios partam a selecção! Então não é que conseguiu a classificação para o Euro 2008?! E eu que tinha aqui cinco toneladas de foguetes para comemorar o fracasso do Scolari! Pronto, quatro toneladas! Ok, um fósforo. E da marca DIA! (nada de Quinas, para não haver cá manifestações de patriotismo e sinais exteriores de riqueza!) Apesar do feito, deixo aqui uma pergunta: o Scolari percebe alguma coisa de futebol?

Sinais do tempo

Ahhhh! (Muito gosto eu de contemplar! Ahhhh!) O mundo está tão diferente! Como terão ouvido nas notícias, uma deputada venezuelana, Maria Iris Varela, entrou em directo num programa televisivo e agrediu o apresentador. Cenas destas são lamentáveis! São de repudiar! Uma mulher a bater num homem?!?! Que raio de homem é este?!?! Ah, o mundo vai de mal a pior!

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Nem sempre querer é poder!

Chego a casa. São 23:10. Distante do mundo que me rodeia, ligo o rádio para ouvir as notícias. Sinto-me cansado. Procuro algo doce, algo que me dê energia. Vou à despensa e vejo chocolates (branco, preto, normal e de arroz), tortas (morango e chocolate), bolachas (normais, chocolate, recheio de baunilha e as integrais) e doce de morango. Nada me seduz. Vou ao frigorífico nessa missão incessante de saciar o desejo, equivalente (ou mesmo superior) à líbido. Lá, encontro baba de camelo, mousse de chocolate, serradura e, na parte de cima, gelados (morango, frutos silvestres e caramelo) e semi-frio. Ouço nas notícias que hoje, 14 de Novembro, é Dia Mundial da Diabetes. Lembro-me da minha avó materna e do que sofreu e ainda sofre, embora menos, no dia-a-dia. Cedo à tentação e opto pelas bolachas integrais. Faço-o por solidariedade. Ah, o quão solidário eu sou! Hoje não! Amanhã! Prometo comer doces amanhã! E tudo de rajada! E será escusado, diabéticos (e não só), que se dêem ao trabalho de rogar pragas, porque tenho óptimos intestinos. Ah, o quão guloso e judeu eu sou!

domingo, 11 de novembro de 2007

Diz-se...

Acompanhei, com severa atenção, a discussão do Orçamento de Estado para 2008. Se é bom ou mau, não sei e confesso não querer saber. O que quero saber, isso sim importante, é: há ou não boatos verdadeiros? Isto é algo que, dois anos e meio depois do debate eleitoral entre José Sócrates e Pedro Santana Lopes, ainda me questiono. Relembro, para o leitor com falta de magnésio, que o candidato José Sócrates disse, a dada altura, algo como "patatipatata... é um boato falso". (sempre quis usar "patatipatata" num post) E é, a meu ver, uma vergonha que, durante o tão desejado reencontro destes dois gigantes da nossa praça política, esta temática não tenha sido debatida no Parlamento! Questiono, até porque corre o boato de que eu sou feio e parvo. Pfff, as coisas que as pessoas inventam! (um "pfff" com muitos gafanhotos) "Alto, mas tu és isso mesmo!" - diz-me o meu pai. Se ele o diz, logo, sim, há boatos verdadeiros. Ahhhh, queria tanto que fosse falso...

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Proposta linguística

Quem está a par das notícias, já terá ouvido falar da tragédia na A23, tendo morrido, até ao momento, treuze, perdão, treze idosos. Os passageiros frequentavam a Universidade da Terceira Idade e proponho, neste espaço que se quer igualmente culto, a introdução do seguinte provérbio no léxico português: "A ciência ocupa lugar... e é no céu!". Ainda pensei em "O saber ocupa lugar... e é na A23!", mas pareceu-me ser de mau gosto. (Tchééééééé...)

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Continuo sem títulos de jeito!

Éééééééééééé! (sinal de alegria) Pronto, já chega! Éééééééééééé! Já disse que já chega! Pronto, já parei. Vejo que a minha fortuna está a mudar. "Porquê?" Porque eu era um merdas sem sorte, agora continuo um merdas mas com alguma sorte. "Como assim?" No espaço de uma semana ganhei não só um passatempo, mas dois passatempos. É ou não genial? Tudo bem que no primeiro, patrocinado pelo Nuno Markl, havia duzentas e trinta vagas, creio, para se ir ver Operação Hot Fuzz - Esquadrão de Província (obrigado uma vez mais, Markl, e aproveitem para irem ver este hilariante filme); o segundo era de um artista que o pató do VH (já não o insultava há algum tempo, ando a desleixar-me) tanto admira: David Fonseca. O passatempo consistia em responder a três perguntas e os cinquenta primeiros ganhariam um convite duplo para assistirem ao concerto no Convento do Beato, no dia 31 de Outubro (hoje, portantos). O senão é que terei de levar o VH, caso contrário ele é que me vai chatear nos próximos tempos e isso não pode ser. A minha vida é ou não deprimente?
"Mas o que é que temos a ver com isso?" Nada! Agora có´ licença, que vou ali testar a minha sorte. "O quê? Jogar no Totoloto e Euromilhões?" Que tolice! Vou mas é ali ao Restelo, pode ser que me dêem uma borla.

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Não me ocorre nenhum título de jeito, porra!

A propósito do meu post anterior, em que também já sou conhecido como "o Eduardo Cintra Torres dos Olivais" (yo! Quando falo dos Olivais e das zonas circundantes, nunca se esqueçam de dizer "yo". Fica aqui o apelo.), muita gente tem vindo ter comigo para saber o que penso sobre rádios, em particular a Antena 3. Sobre esta, apraz-me dizer o seguinte: a primeira vez é sempre a 3!


(Se da outra vez estava nostálgico e a chorar, agora estou esperançoso, com os olhos postos no futuro, com um sorriso idiota, idêntico ao do cartaz do filme Virgem aos 40 Anos)

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

"São lágrimas, são lágrimas!"

Não, não vou cantar Zé Cabra! O leitor (e ouvinte) pode estar sossegado, não vou, apesar de ser considerado o Rouxinol dos Olivais. Vi na semana passada, a propósito dos quinze anos da SIC, imagens de programas célebres como All You Need Is Love, Perdoa-me, Surprise Show, entre outros. Enfim, os clássicos, caramba! (notam o meu entusiasmo?)
Sou saudosista, sim, mas digam o que disserem - e sim, também sou de lágrima fácil, como puderam ver pelo meu post sobre o Celta de Vigo - Benfica. Só de pensar, lá estou eu a chorar outra vez - o melhor era o Ponto de Encontro. Ah, o que eu chorei à noite. E não era por causa do Papão! (Quanto a este, o meu chulé tratava disso. Meninas, este meu problema está bem melhor! Que raio de comentário foi este?! E por que é que exponho a minha vida?!) E a música? Bem, linda, muito linda! E o efeito especial quando aparecia a pessoa que se procurava? Muito à frente!
A pergunta que se impõe é: para quando um programa deste calibre na televisão portuguesa? Fica aqui o pedido em forma de pergunta, ou vice-versa. E, morto ou vivo, com Henrique Mendes. (tchéé, a brincar com pessoas de cabelo grisalho e quatro-olhos, isso não se faz!)

(estado de espírito: nostálgico... muito nostálgico)

domingo, 21 de outubro de 2007

Actualidade - notas breves

Eis o que, a meu ver, foi o mais importante desta semana:

1) o julgamento de um gangue de carros, que tinha um líder conhecido por Pecas. Por amor de Deus, com uma alcunha destas, não admira que não tenham ido longe! Ladrões deste país, se querem vingar no mundo do crime, arranjem um nome ou alcunha decentes.

2) o facto de a Assembleia ficar mais engraçada com a eleição de Pedro Santana Lopes para líder parlamentar do PSD, com 53 votos a favor, 11 contra e 11 abstenções. Dificilmente ver-me-ão a fazer uma "piada" política, mas acredito que, nos próximos tempos, haverá material político para muita gente. Ele e Marques Guedes, que é o deputado que melhor diz "Muito bem!", farão uma dupla imbatível.
Sei, de fonte segura, que muita gente está a aderir a um serviço de cabo só para ver o canal Parlamento.

3) a obesidade é a segunda causa de morte em Portugal. Aqui vai o seguinte apelo: testemunhas do Jeová e mister Scolari, toca a enfardar! (o último que fique mais gordo do que está... muito mais)

4) Portugal saiu-se bem nos Special Olympics, conquistando dezassete medalhas (dez de ouro). Pudera, com José Mourinho como treinador não é de admirar!

5) continuação dos festejos do décimo quinto aniversário da SIC. Obrigado à SIC por fazer com que eu tenha, cada vez mais, vontade de me suicidar.

6) foi preso um professor canadiano alegadamente por práticas pedófilas. Christopher Paul Neil (Vico para a malta) diz que está na boa, desde que possa assistir às "telenovelas" Chiquititas e Floribela.

7) após a vitória sobre o Porto, o clube Fátima ganhou ao Sporting por 2-1. Eis a prova de que o poder divino é superior ao dos homens (arbitragem).

8) por último - e por ser o mais importante -, comprei uma mala tiracolo, a qual tem um bolso para telemóvel. Será uma mala de gaja?

Não tenciono ser a agência Lusa, mas achei que deveria fazer um balanço da semana, especialmente por causa do último ponto. Sobre este, o primeiro e o quinto pontos voltarei a falar noutra altura. E mais não digo, porque não sei se estou sob escuta.
Boa semana!


Nota: Texto escrito antes de alguns gatos pingados, portanto, nada de acusar de plágio, caso haja coincidências.

sábado, 20 de outubro de 2007

Um olhar sobre o amor

Há tempos, ia ter com uma amiga e, pelo caminho, encontrei um casal idoso sentado num banco de jardim a olhar para o infinito. Aquele momento enterneceu o meu coração porque será, de facto, bom estarmos com a pessoa que amamos quando se chega àquela idade, mas uma parte de mim dizia que espero ser mais activo, não tendo que fazer aquilo que, curiosamente, mais gosto de fazer actualmente, ou seja, nada. Quando me encontrei com ela, falámos de muitas coisas e aconteceu relatar-lhe este episódio. Ela, como todas as raparigas, tem uma visão romântica das coisas e disse-me: "Amar não é olhar um para o outro, mas sim na mesma direcção." Fiquei, durante uns dois ou três dias, a pensar nisto, intrigado com uma dúvida que me surgiu no momento e decidi, por bem, partilhá-la com o leitor: "E se um deles for estrábico?"

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Ida às comprinhas

Acabo de vir das compras. E qual o melhor dia para tal? Num dia de manifestação, lá está! Ah, como é bom ir às compras com o meu companheiro de casa - num tom másculo, faço sempre a seguinte ressalva: "Éééééé! Quartos separados!", gesticulando o sinal de distância, como quem diz "nada de confusões" - e é mesmo bom, além de virmos carregados com oito sacos e um pacote de rolos higiénico (há que dizê-lo, para quê ocultar as merdas?!) e três dos sacos se rebentarem, duas das ruas aqui nos Olivais - logo as que usamos - estarem apinhadas de gente, o que fazia com que de x em x tempo parássemos. Tão atenciosos! Eles sabiam que hoje iríamos às compras e eis que, de muitos sítios onde poderiam escolher rumo ao Parque das Nações, onde está a decorrer uma reunião sobre o novo tratado da Europa sobre os princípios da flexisegurança, tinha que calhar Olivais - por que não Chelas ou Cabo Ruivo? E como iríamos carregados, pensaram "Tadinhos! Irão carregadinhos e assim sempre param de vez em quando para descansar."

A certa altura, dado o rebentamento de alguns sacos, ficou combinado o meu amigo levar o mais importante para casa (a Ana Mais Atrevida. Ah, "e os congelados", diz-me ele, pois é!) enquanto aguardava o seu regresso com novos sacos. Durante esse tempo, ouvi gritos de guerra como "Assim não pode ser!" e eu não poderia concordar mais. Bandidos! Logo no dia da ida às compras! Uns minutos depois, chega um alentejano (peço ao leitor para que, na próxima fala, imite um alentejano) que diz "Ah, água fresquinha! A quanto é cada garrafa de água?", ao que eu, lisboeta (agora dirijo-me ao leitor alentejano para que imite um alfacinha), respondi "Não estão à venda. Vim das compras." e perguntou-me onde havia um café, tendo eu respondido que o mais perto seria só no Parque das Nações (menti, toma, foi mesmo só para o lixar. Bê fêta!)

Só espero, portanto, que tão cedo não haja uma manifestação. Se houver, cá vos espero, com água. Só não sei ainda se com balões de água, se com uma barraquinha cheia de garrafas, à espera do enriquecimento fácil. É que a vida não está fácil e há contas para pagar, espero que percebam isso!

sábado, 13 de outubro de 2007

Isto não é uma pensão!

Deus existe e a minha cozinha é a prova disso. De que modo? Se bem se lembram, na minha primeira participação aqui, perguntei se deveria pôr mais um prato para Deus. Muita gente deu-me o "sábio" conselho de o fazer. E assim foi, até agora. O magano, perdão, Magano come, aprova os meus cozinhados, tudo muito bem - e, com isto, eis-me a piscar o olho às meninas, querendo fazer-me passar como um bom partido -, mas não lava a loiça. Por isso, faço-Lhe aqui um ultimato: ou lavas a loiça, ou não dás ao serrote. Tenho dito!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Sonhos ao vivo e a cores

Comprei, recentemente, algo que será a minha companhia durante muito tempo. Falo de Dreams in Colour, o novo álbum de David Fonseca. Quem me conhece, sabe a admiração que tenho pelo músico, em que as suas músicas, por mais que as pessoas duvidem do seu valor, têm, a meu ver, a particularidade de podermos ouvi-las vezes sem conta e não nos fartarmos. Isto deve-se a detalhes deliciosos que encontramos ao longo do seu trabalho, fazendo, também, com que descubramos novos sons, novos sentimentos.

Ainda não ouvi muito este último trabalho, mas noto um álbum mais pop e mais trabalhado em termos sonoros, emanando energia, havendo ali uma ou outra influência de Arcade Fire e Ryan Adams – diga-se, a bem da verdade, que são músicos que David Fonseca admira.
É sempre difícil apontar uma faixa preferida, porque é um longo percurso até lá – até pode ser que nunca a encontremos –, mas, após ter ouvido o álbum pela primeira vez, duas músicas despertaram-me a atenção, por razões diferentes. Uma das faixas é “4th chance”, uma música mexida, “orelhuda”, como se costuma dizer no meio musical; a outra, “I see the world through you”, é muito mais calma, uma música que, a avaliar pela letra e pela fotografia que lhe antecede no booklet, é dedicada ao seu filho.

Resta-me, portanto, deliciar-me com este novo trabalho, ouvi-lo vezes sem conta, aprender as letras e ouvi-lo ao vivo, o que será sempre uma agradável surpresa, dada a infinita capacidade de o músico leiriense conseguir surpreender o espectador.
Para mim, haverá uma pequena “frustração” nos concertos, que já senti na pele aquando do lançamento do single “Superstars”, e vou partilhá-la com o leitor: Raios! Por que é que não sei assobiar?!?!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Direito ao contraditório

Não costumo responder a provocações, mas não posso deixar passar ao lado o que foi escrito no dia 2 de Outubro, respondendo com a seguinte pergunta: por que é que as pessoas confundem timidez e boa educação com homossexualidade?

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Dor de quê?!?!

As mulheres dizem que a pior dor é a de parto. Pfff, que grandes meninas!! Balelas, pá!! Experimentem (re)ver o jogo Celta de Vigo - Benfica e depois falamos!

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Pequeno esclarecimento, o tanas!

Cucu! Decidi começar desta maneira amaricada, à imagem do post anterior ali do fancho..., perdão, VH (para ser sincero, embora recente nestas lides blogosféricas - ena, terei acabado de inventar outra palavra?! -, sempre quis começar desta forma, mas nunca houve a oportunidade), para dizer que voltei após muitas ameaças de vida. "Hã?" - pergunta o burro do leitor (já sentiam saudades desta demonstração de afecto, não era, seus palermas? Confessem lá!).

É impressionante como consigo insultar, em poucas linhas, o trol do leitor. Sou ou não sou formidável? Onde é que eu ia? Se eu quisesse que este espaço fosse visitado, escreveria palavras ou frases como "Pornografia grátis é aqui, e em directo!", "José Mourinho" ou, e esta seria um sucesso garantido, "Sabe como se faz um bom arroz de cabidela? Eu tenho a resposta!", mas nunca o faria porque acho deprimente, é uma atitude que demonstra algum desespero. Mas olhem que o meu arrozinho é daqui! (estou com o polegar e o indicador a segurar na orelha direita, se não ela cai)

Mas onde é que ia mesmo?! "Nas ameaças de vida." - responde o cibernauta. "O que é que ele nos chamou desta vez?" - indaga o leitor. "Isso!" - respondo, uma vez mais, e chega de perguntas parvas. "Tais como?" - perguntam. "Não caio nesse jogo." - respondo. (Bolas, caí! Ah... malditos sejam!) Vou falar a sério, mas o leitor certamente pensará que estou a brincar. Não sei porquê, mas sempre tive a sensação que morreria aos vinte e cinco (mães de Portugal, não se preocupem, não sou suicida; se for, prometo ser competente e empenhar-me ao máximo, fazendo-o apenas uma vez) e algumas pessoas aproveitaram-se disso, dizendo: "Se páras de escrever ou lá o que fazes naquele blogue, deixamos-te viver por uns largos anos." E eu, quando confrontado com isso, pensei: "Pá, estes gajos do lar onde a minha avó está, bem, são mesmo lixados. Conseguem aproveitar-se dos nossos pontos fracos." (Segundo sei, a semana passada, só para não darem trabalho às senhoras do lar, quando precisaram, foram sempre à casa de banho. Era o caos no lar! "Sacanas dos velhos!" - diziam elas.)

E é isto! Pouco ou mais nada há a dizer, a não ser isto, ou isto, ou isto, ou isto, ou, ai, isto! Comecei com cucu e agora, algum tempo depois, acabo com cocó, nas fraldas. Avó, podes mandar vir alguma funcionária mudar isto, se faz favor? Obrigado.

sábado, 29 de setembro de 2007

Pequeno esclarecimento

Venho aqui pedir desculpas ao caro leitor por não actualizar o blogue com frequência e pelo comportamento do RS. Quanto ao primeiro pedido de desculpas, nem sempre é possível vir aqui, porque nem sempre tenho tempo, ou então por não ter nada de relevante para dizer. Quanto ao segundo, apesar de ser o administrador deste espaço, nunca irei interferir nos textos de cada participante, ficando ao seu critério o conteúdo dos mesmos, mas apelo, como é óbvio, ao bom senso de cada um.
Este espaço está vivo e, espero, recomenda-se. Obrigado pelas vossas visitas e comentários.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

"Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye"

Chega ao fim aquele que, não sendo o pior blogue da blogosfera, visto as pessoas insistirem em visitá-lo e comentarem, tenha sido, espero sinceramente, o mais breve (ai de alguém que crie um para, de imediato, pôr termo ao mesmo!), com apenas, ora deixa cá ver, um, dois, três, não, um, dois, bem, alguns dias de existência. As visitas crescem exponencialmente, ao ponto de a minha vida ter mudado. "De que forma?" - pergunta o chato do leitor. Ui, nem imaginam... Toda a gente me fala actualmente - desde a porteira até ao homem do lixo, passando pela minha namorada (é mentira, não tenho namorada. Ui, o que vai chover... só propostas) -, querendo tocar-me (as mãos do homem do lixo são bem quentinhas - mal cheirosas, é verdade, mas quentinhas... e fofinhas), dizendo "Ele é feio e parvo, mas tem um blogue de primeira categoria!" E isto, quem me conhece, sabe que não admito! Não suporto que elogiem o meu blogue! Farto, estou farto!
Todavia, e para lixar os visitantes e comentadores, aqui vai a seguinte (e derradeira, repito!) questão: Os dedos falam? Não? Então por que é que se diz "dois dedos de conversa"?

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Indignado

Bolas, enganei-me no título! Eu não estou indignado, estou é revoltado! Um gajo cria um blogue para ser considerado o pior da blogosfera e eis que, pouco tempo depois de o ter criado, já tem um comentário. Mau, tenho que me chatear?! Quem foi o energúmeno que fez tal acto?


P.S. Este post e o anterior foram escritos ao som de “One of Us”, de Joan Osbourne (é só para verem a minha cultura musical, sendo que, a bem da verdade, não consigo ouvir nada neste momento, porque o meu aparelho – o auditivo, claro – deixou de funcionar).

P.S.1 Para quem não sabe, e para verem o inteligente que sou ao saber pesquisar na Internet, a página Ciberdúvidas, a propósito de “energúmeno”, com base no Dicionário Houaiss, escreve: “o vocábulo começou por significar «possuído pelo demónio», «possesso», acepções que provêm da sua origem grega, 'energoúmenos'”. E não é que vem mesmo a calhar?

P.S.2 Uma coisa eu sei: não foi a minha mãe, e não quero insistir na “piada” da mãe, mas sei que não foi ela porque, apesar de ter Internet em casa, não tem computador. Não vale o utilizador responder, tal como se identifica, “eu mesmo”. Herege! Sois um herege! Ou terás sido Tu, ó Barbas Brancas?

P.S.3 Sim, eu sei que posso mudar o título.

P.S.4 Ah, como eu gosto de adendar!

P.S.5 “Adendar” existe? “Fazer uma adenda” sei que existe, mas “adendar”... (mais uma pergunta para a lista, visto não ter encontrado no Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa... sim, só para dizer que tenho o dito cujo)

sábado, 22 de setembro de 2007

Pôr ou não pôr, eis a questão!

Não é só o choninhas do VH que tem dúvidas, também eu, confesso, tenho umas quantas. Aproveito e pergunto ao auditório (leia-se mãe, a avaliar pelo número escasso de visitas) uma que sempre me acompanhou: se Deus existe e está em nossas casas, não deveríamos nós pôr mais um prato para ele?

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Vozes

"Como se dá voz aos nossos pensamentos?" Esta é capaz de ser a pergunta que mais tenho feito nestes últimos anos. Seja ela física ou não, é algo que, recentemente, para fugir à loucura, tenho procurado de uma forma sistemática.
Não sendo a solução para alguns males, este espaço na blogosfera poderá ser, de certo modo, uma das soluções. Vemo-nos por aqui.