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segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

O prometido é devido!

O prometido é devido e se há coisa que não faço, ela é mentir ao leitor. Pronto, excepto agora. Falei aqui há tempos, no dia 21 de Outubro, que tinha comprado algo que estava para comprar há muito tempo. "Um dildo?" - pergunta o leitor. "Não!" - respondo. "Dois dildos?" - insiste o leitor na piada fácil. "Não!" - com algum desprezo, respondo. Comprei uma mala com uma aba para levar poucas coisas, não tendo que recorrer à mochila. "Ah, fascinante!" - ironiza o leitor. Não sei se foi uma boa ou má compra, ainda estou na dúvida. Além de preguiçoso (demorei, sem exagero, uns três anos para comprar tal coisa), quem me conhece sabe que sou indeciso. Muito mesmo! Enquanto via as três malas em "exposição", não sabendo qual havia de comprar, a ajudar à indecisão, o homem dizia "Despache-se, que não tarda vem aí a polícia!" e eu, querendo aproveitar a oportunidade (eram apenas cinco aéreos), optei pela menor. Após a compra, como sou neurótico, reparei num pormenor e comecei a questionar, o qual me faz vir pedir ajuda ao leitor. Existe um bolso para telemóvel, o que quero saber é: isso é coisa de gaja ou não?
Aguardo as vossas respostas. Obrigado e Bom 2010 (assim é que está correcto, obrigado a quem me chamou à atenção de me ter enganado no ano)!

Qual o voto mais desejado para o próximo ano?

Vou fazer uma coisa inédita: a primeira e a última votação deste ano. É ou não é fantástico? Não é, está bem. Está em decurso a votação com a seguinte pergunta: Que votos para o próximo ano? Eis as opções:
Que o Benfica mude de equipamento rosa claro para rosa choque;
Paz mundial (Meu Deus, pareço uma candidata a Miss Universo!);
Passar a ter menos sexo com animais e mais com o género oposto (lá terá de ser!);
Que o preço do atum em lata baixe.
Senhoras e senhores, façam o favor de votar.

Balanço do ano

É dia 31 de Dezembro, o último do ano! Temos o hábito de, neste dia, fazer um balanço do ano que passou: a concretização dos nossos objectivos, o melhor e o pior filme/álbum, etc., ou mesmo os grandes falhanços como, por exemplo, quem gostaríamos de ter papa... beijado ou aquele vestido roxo que gostaríamos de ter comprado (era mesmo giro!) mas não havia o nosso número. Tenho, deste ano, duas coisas a destacar. A melhor vai para uma preciosidade da sétima arte: Meatless in Seattle, quatro horas de puro prazer, inspirado no filme Sleepless in Seattle (Sintonia de Amor); a pior é o facto de o realizador, discípulo de Spielberg, ter dito que não haverá uma sequela. Receio que o próximo ano e os seguintes serão tempos difíceis para a indústria cinematográfica.

Tá-se bem? Tá-se!

Enquanto almoçava, vi o programa Portugal no Coração e uma das entrevistadas era a Paula Bobone. Esclareçam-me a seguinte dúvida: ela toma substâncias alucinogénas, certo?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

O meu voto

Ah, o Natal... o Natal!!! A época preferida dos diabéticos e de Cavaco Silva! Desejo a todos um Santo (Santo?) Natal e um Próspero 2009! Ah, e uma valente gastroenterite para os próximos dias!

Natal em família

Vi, no sábado, uma mensagem natalícia do casal McCann, que só quer a sua menina de volta. Como este espaço é solidário (e internacional), desejo-lhes um Maddie Christmas!

A minha prenda de Natal

Venho aqui falar de um mal que nos persegue. Refiro-me a Mika. Dez meses após o seu primeiro - e último, espero - álbum, Life in Cartoon Motion, ainda se fala do cantor libanês. É Mika aqui, é Mika ali. Oh Mika, tem lá calma! Acho que ele não me vai ouvir, portanto, deixo aqui um apelo: alguém que despache o "senhor", ou então que corte as suas cordas vocais. É o melhor presente de Natal que poderia receber. Obrigado.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

A tradição ainda é o que era!

Ah, o Natal dos Hospitais... o Natal dos Hospitais!!!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Mais uma indignação! E das valentes!

Na ordem do dia está a assinatura do Tratado de Lisboa. Por aqui trata-se de coisas mais importantes: televisão. Foi feito um concurso para eleger os cinquenta melhores programas de sempre. Eis o resultado:

O Tal Canal 9,13%
Gato Fedorento 8,45%
Herman Enciclopédia 7,49%
Rua Sésamo 5,82%
Duarte e Companhia 5,35%
Contra-Informação 4,79%
Noite da Má Língua 4,39%
A Liga dos Últimos 3,63%
Grande Reportagem 3,36%
10º Portugal, Um Retrato Social 3,29%
11º Zip Zip 2,79%
12º A Guerra 2,30%
13º A Alma e a Gente, de José Hermano Saraiva 2,17%
14º TV Rural 2,14%
15º Domingo Desportivo 2,13%
16º Cinema de Animação 2,10%
17º Agora, Escolha 2,07%
18º Os Amigos do Gaspar 1,93%
19º Palavras Ditas, de Mário Viegas 1,75%
20º A Visita da Cornélia 1,74%
21º Morangos com Açúcar 1,74%
22º O Passeio dos Alegres 1,60%
23º Atlântico 1,32%
24º Vila Faia 1,27%
25º João Villaret 1,24%
26º Praça Pública 1,20%
27º Tal & Qual 1,27%
28º Zé Gato 1,15%
29º Sabadabadu 1,12%
30º Se Bem Me Lembro 1,05%
31º Museu do Cinema, de António Lopes Ribeiro 0,91%
32º Fungagá da Bicharada 0,87%
33º Todo o Tempo do Mundo 0,84%
34º Os Donos da Bola 0,73%
35º Portugalmente 0,66%
36º Jornalinho 0,62%
37º Cartaz TV, de Jorge Alves 0,61%
38º Conversas Vadias, de Agostinho da Silva 0,61%
39º Vinte Anos, Vinte Nomes 0,60%
40º Histórias da Música 0,59%
41º Vamos Jogar no Totobola 0,49%
42º A Raia dos Medos 0,40%
43º A Viúva do Enforcado 0,40%
44º Melodias de Sempre 0,39%
45º Culinária, de Maria de Lurdes Modesto 0,33%
46º Nicolau no País das Maravilhas 0,28%
47º Olhos nos Olhos 0,27%
48º O Mundo de Cá 0,25%
49º Chuva na Areia 0,22%
50º Riso e Ritmo 0,14%

Na vida não podemos gozar com duas coisas: O Tal Canal e humor. Falando a sério: não contesto o vencedor. Penso que O Tal Canal é um justo vencedor pelo que fez, directa ou indirectamente, às pessoas. Influenciou - e espero que continue a influenciar - várias gerações. Woody Allen diz "a vida não imita a arte, imita a má televisão." Não sei se é verdade ou mentira (apeteceu-me, assim à parva, citar alguém), o que sei - e isso contesto veemente, visto estar assaz indignado - é que não se percebe como é que A Amiga Olga não se encontra nesta lista. E mais: a estar, deveria ser nos lugares cimeiros! Digo aqui, sem qualquer medo, o seguinte: esta votação foi manipulada!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

#7

Ah, raios! Sou mesmo burro! Ainda bem que não fui para contabilista. Este não é o sétimo, é o oitavo post do dia, isso sim! Continuo a ser o máiór!

#5

Continuo a fazer história. Este é o meu quinto post.

Feito histórico

Eh lá! Então não é que escrevi, hoje, três posts?! Perdão, com este, quatro! Também eu faço história. Sou o máiór!

Mais uma efeméride

Morreu, há cerca de seis meses, um camionista a caminho da portagem de Alverca. Motivo? Eis as suas últimas palavras, em exclusivo: “O quê?! Pagar portagem?! Nem morto!” Eh pá, há gente mesmo sovina!

Momentos históricos

Os historiadores não se limitam a estudar a História, chegam mesmo a fazê-la. Vou dar três exemplos:

1) é sobejamente conhecida a incapacidade ortográfica de Pacheco Pereira na língua portuguesa, através do seu blogue, Abrupto (sobre este assunto de estado, conferir esse belo livro que dá pelo nome de Gato Fedorento - O Blog), mas a forma como diz “upgrade”, como se viu, ontem, no programa Prós e Contras, consegue ser mais hilariante (ou deprimente).

2) Miguel Portas, também ele historiador (se não é, passa a ser porque me convém), no mesmo programa, competiu ao vivo com as calinadas que o historiador supracitado escreve. Diz-se “treze”, não “treuze”. Que vergonha! O irmão do Paulinho das Feiras disse umas belas vezes “treuze”. Isso não se diz, pá! Ouvistes?

3) Fernando Rosas, deputado do BE, foi apresentar, no dia anterior, domingo, ao jornal da RTP2, o seu novo livro, Lisboa Revolucionária – Roteiro dos confrontos armados no século XX. Ele lá esteve a falar de revoluções e pardais ao ninho, mas o que me chamou a atenção foi ter assistido a algo inédito. “O quê?! O quê?!” Vi, pela primeira vez (“Daí ser inédito, ó estúpido!”), Fernando Rosas sem suspensórios. Todo eu estou parvo! É nestas alturas que acredito que o mundo poderá ser bem melhor, ou seja, sem escuteiros, com aquele vestuário - e cançõezinhas – irritantes. Sobre estes, talvez volte a falar. Ou então não! Para quê o trabalho?!

Cimeira Euro-África

Toda a gente fala sobre o sucesso da cimeira que decorreu em Lisboa, que visa uma melhor relação entre os dois continentes. Para mim, foi um fiasco! Digo mais: foi uma total desilusão! Faltaram, quanto a mim, aspectos importantes que deveriam ser debatidos, ao contrário dos direitos humanos e relações económicas. A saber: primeiro, o porquê de os governantes, à excepção de Alpha Korená, não terem vindo vestidos de cor de laranja, ou então com jóias à Mr. T. e ténis Reebok (nisto o presidente da presidente da Comissão da União Africana falhou); segundo – e mais importante –, onde estavam as gajas? “Hein?!” Sim, as gajas! As gajas desnudadas que costumam aparecer nos vídeos de R´n´B ou Hip-hop.
Eis alguns aspectos que, a haver outra cimeira por estas bandas, terão de estar claros! (Reparam no trocadilho? Não? Excelente! Ok, não é assim tão excelente. É fraquinho e parvo, têm razão.)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Pedido de desculpas

Quero pedir desculpa ao leitor por não ter actualizado este espaço tanto quanto o caro desejaria, mas estive acamado... com uma ninfomaníaca transmontana.
Cumprimentos,

RS