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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

E ainda falam dos políticos!

(Trim... trim...)

Recepcionista: Consultório ****, boa tarde.
Eu: Boa tarde. Gostaria de marcar uma consulta para a Dra. ****. Quando há vaga?
Recepcionista: É a primeira vez?
Eu: Sim, é.
Recepcionista: Dia 16, 17h.
Eu: Não consegue arranjar mais cedo? Tenho alguma urgência.
Recepcionista: Hmmm, deixe cá ver... Consigo arranjar-lhe dia 9, 16h.
Eu: A Dra. dá consultas noutro sítio?
Recepcionista: Não.
Eu: Deixe estar, então. Vou tentar ver se arranjo consulta noutro sítio.
Recepcionista: Tem algum acordo?
Eu: Não.
Recepcionista: É particular, portanto.
Eu: Sim. Já agora, quanto é?
Recepcionista: 80€. O que diz ser hoje, 18:30? Melhor do que isto não deve arranjar em mais nenhum sítio!
Eu: Vou falar com a minha mãe, já lhe telefono.
Recepcionista: Está bem. Ligue a partir das 13:30, porque o consultório costuma estar fechado a esta hora.
Eu: Obrigado.

(40 min. depois)

Recepcionista: Consultório ****, boa tarde.
Eu: Boa tarde. Há instantes, falei consigo sobre a marcação de uma consulta para a Dra. ****, hoje às 18:30.
Recepcionista: Não foi comigo, foi com a minha colega. Hoje?!?! Para hoje não deve ter sido, porque a Dra. ainda não chegou e tem a agenda cheia, tendo alguns exames para fazer.
Eu: A sua colega disse-me que havia hoje a essa hora. Não tenho razões para mentir.
Recepcionista: Diga-me, é particular?
Eu: Sim.
Recepcionista: Então diga-me lá o seu nome e o seu contacto.
Eu: Vasco Henriques, 963453032. (É claro que dei o meu contacto verdadeiro, mas desafio, desde já, o leitor a telefonar para este número, seja ele de quem for, e dizer que foi da minha parte.)
Recepcionista: Já está, senhor Vasco Henriques. (Ena, alguém que me chama senhor!)
Eu: Obrigado e até logo.

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