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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Zé Manel (é favor o leitor roncar duas vezes)

Quem me conhece sabe que tenho o "terrível hábito" de chegar atrasado. É o que dizem. Discordo! Acho charmoso, para ser sincero. Só é mau um atraso quando é com uma mulher, dizendo ela a pior frase da língua portuguesa, a que nenhum homem deseja ouvir, "Estou atrasada! Temos que falar!". Já estou a divagar, peço desculpa. Para não haver muitas chatices, costumo apanhar um táxi e sempre dá para minimizar o atraso, não tendo que ouvir tanto da(s) outra(s) pessoa(s) (se for uma mulher, tanto faz ser um minuto como duas horas, que oiço na mesma, o que, mal por mal, sempre poupo umas coroas no transporte). Roland Barthes, numa edição especial de Fragments d’un discours amoureux (para os interessados, o título em português é Fragmentos de um discurso amoroso), a qual só eu tenho, a páginas tantas, escreveu "Taxi? Jamais, pá!". Também eu vou deixar de andar de táxi. Porquê? Gosto de taxistas, é verdade (o que me divirto com estes personagens!), mas hoje, ao ter contacto com a revista de imprensa, li, nesse jornal de referência que é o Correio da Manhã, que um cliente foi baleado por um, após uma ligeira discussão do preço praticado, por ser diferente do habitual. E se há coisa humilhante na vida, ela é ser baleado por um fogareiro. Não contam mais com o meu dinheiro. Nem para falar do Benfas. Agora, com licença, que vou mas é ali tentar saber o contacto do Son Goku, para ver se ele consegue desenrascar-me deste "problema" e me ensina a cena do teletransporte. Fiquem!

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