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terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Momentos históricos

Os historiadores não se limitam a estudar a História, chegam mesmo a fazê-la. Vou dar três exemplos:

1) é sobejamente conhecida a incapacidade ortográfica de Pacheco Pereira na língua portuguesa, através do seu blogue, Abrupto (sobre este assunto de estado, conferir esse belo livro que dá pelo nome de Gato Fedorento - O Blog), mas a forma como diz “upgrade”, como se viu, ontem, no programa Prós e Contras, consegue ser mais hilariante (ou deprimente).

2) Miguel Portas, também ele historiador (se não é, passa a ser porque me convém), no mesmo programa, competiu ao vivo com as calinadas que o historiador supracitado escreve. Diz-se “treze”, não “treuze”. Que vergonha! O irmão do Paulinho das Feiras disse umas belas vezes “treuze”. Isso não se diz, pá! Ouvistes?

3) Fernando Rosas, deputado do BE, foi apresentar, no dia anterior, domingo, ao jornal da RTP2, o seu novo livro, Lisboa Revolucionária – Roteiro dos confrontos armados no século XX. Ele lá esteve a falar de revoluções e pardais ao ninho, mas o que me chamou a atenção foi ter assistido a algo inédito. “O quê?! O quê?!” Vi, pela primeira vez (“Daí ser inédito, ó estúpido!”), Fernando Rosas sem suspensórios. Todo eu estou parvo! É nestas alturas que acredito que o mundo poderá ser bem melhor, ou seja, sem escuteiros, com aquele vestuário - e cançõezinhas – irritantes. Sobre estes, talvez volte a falar. Ou então não! Para quê o trabalho?!

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